PenseSKATE News: INAUGURAÇÃO DA MURETA DE GRANITO
Agora foi!!
Por André Viana Fotos: Felipe Ribeiro, Douglas Ugry, Alexandre Mangueira e Alex Barbosa.
Dando continuidade as atividades de inauguração do mais novo pico de skate do Rio de Janeiro, aconteceu no ultimo dia 15/02 o Best Trick de inauguração da Mureta de Granito do Curso de Skate.
A entrega da mureta para os skatistas já tinha acontecido, mas a parte competitiva do evento foi adiada algumas vezes devido a um período de chuva nesse inicio de ano, porém papai do Céu abençoou a galera neste dia com um tempo maneiro, nessa nova data, que permitiu que o restante das atividades fossem realizadas em grande estilo contando com a presença da equipe do Curso de Skate e seus convidados especiais.
O Best Trick foi realizado em sistema de Jam Session. Não foi necessário juizes, pois assim como em alguns jogos de reality show, os próprios participantes de cada bateria participaram de uma dinâmica de votação, ministrada por mim para decidir os vencedores de forma bastante democrática.
As dimensões da mureta onde se encontra esta borda são: altura de entrada de 45 cm, 50 cm de largura, e 5 m de comprimento, sendo 2,50m inclinado descendo um gap de 80 cm e 2,50 m paralelo ao chão na parte de cima, como pode ser observado nas fotos.
Para se inscreverem os skatistas da equipe e seus convidados fizeram doações de alimento que serão enviadas para o ministério de ação social da Igreja Bola de Neve Church na Barra da Tijuca. - Já falei isso antes e volto a repetir, a mureta pertence a Jesus Cristo. Com este espaço a equipe do Curso de Skate passa a ter um local melhor para treinar elevar o nível técnico de manobras dos skatistas - enfatizou André Viana, líder do Curso de Skate. Antes do início da competição foi realizada uma tradicional oração que foi ministrada por mim, pelo Leonardo Varão e pelo Tirulim.
Estiveram ajudando o evento colaborando na organização os membros do Bola de Neve: Alex Barbosa (skatista e estudante de Ed. Física) e as irmãs Carol e Camila Pereira que estão aprendendo esta arte do skate.
Durante a premiação foi feita uma homenagem aos 10 anos da carreira do skatista profissional Douglas Marques, mais conhecido como Ugry, onde foi ressaltado o mérito deste skatista em se manter firme na sua posição de skatista profissional superando as dificuldades existentes neste mercado.
Também foi passado o novo formato de funcionamento do núcleo da equipe do curso de skate que volta a funcionar na praça do skate todas as terças, quintas e sábados das 16h30 as 19h.
A premiação deste evento foi simbólica e muito interessante. Alem de acessórios de skate, foi ofertado pelo designer de escultura Reinaldo Carugui alguns troféus em forma de escultura de skatistas muito interessantes e divertidos que foram entregue aos primeiros colocados.
Com relação ao resultado da competição, as categorias presentes e representadas foram o Iniciante, que teve como vencedor o Mirim Arthur Beibleide que está de volta ao skate com a manobra Nose Slide saindo de Big Spin; no Feminino 2 quem venceu foi a novata em competições Taiane de Souza, com a seguencia de Ollie subindo e passando por toda extensão da mureta; no Amador 2 o campeão foi o Nilopolitano Felipe Stfler que executou um Flip to Five O grind na base e no Amador, a principal categoria do evento o vencedor foi Yuri Moreira que executou um Flip to noseslide no estilo.
Também participaram do Best Trick os skatistas Felipe Ribeiro, Rodrigo Kelly, Yan Felipe, Marcus Chaverinho, Pedro Orelha, Manu Lira, Andreson Stivie, Wanderson Pará, Felipe du Dread e Talita Gomes.
O evento foi realizado pela equipe do Curso de Skate e contou com apoio do Brasas English Course, Reinaldo Carugui Design de Escultura, Moska Wheels, Alquimia Rock Shop, site da Pense Skate e Revista Tribo Skate.
Para ver as fotos [Clique Aqui]
Fonte: Site PenseSKATE
Categoria: Skateboard
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 07:43 PM
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O Radical News: Rio vert Jam 2009 Dias 7 e 8 de Março na lagoa.
 Burnquist vai defender o título no Rio de Janeiro. Maurício Val/FOTOCOM.NET
Skate - Após uma temporada histórica em 2008 para os esportes radicais no país, em março deste ano será dada a largada para o Circuito Mundial da WCS (World Cup Skateboarding. Nos dias 7 e 8, acontece a 9ª edição do Rio Vert Jam, prova válida pela 1ª etapa do Mundial e que terá como palco a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, capital carioca. No ano passado, a prova também foi válida como abertura do circuito e reuniu milhares de pessoas no Parque dos Patins, também na capital carioca. O campeão foi Bob Burnquist, que deu uma amostra do que seria 2008 para o brasileiro, que no final ficou com o título mundial. E os profissionais do skate vertical mal vão ter tempo pra descansar, porque logo na semana seguinte, de 12 a 15 de março, o Circuito Brasileiro abre a temporada, também para amadores. A prova será o Floripa Vert X-Treme, em Florianópolis, capital catarinense. E vem mais coisa por aí. A temporada ainda promete mais uma edição do X-Games Brasil, Gas Festival e Oi Megarampa, com datas e locais ainda a serem confirmados. Fonte: Site O Radical.
Categoria: Skateboard
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 03:10 PM
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RevistaTRIP News: X-Man - Bob Burnquist conta como desafia a morte diariamente no skate enquanto divulga a comida orgânica e cria uma família exemplar.

No pico da fama, dos títulos e dos recordes, do alto de seu teco-teco, Bob Burnquist está com os pés no chão. Aos 32 anos, o maior atleta brasileiro em atividade ainda arrisca a vida em manobras impossíveis, mas também constrói sua visão do futuro criando megarrampas monstruosas e uma família exemplar
POR BRUNO TORTURRA NOGUEIRA, DE VISTA, CALIFÓRNIA FOTOS KELLY KOEHLER
A primeira vez que Bob Burnquist subiu ao pódio para ganhar uma medalha de ouro ele não a aceitou. Pegou mal, maior clima entre a comissão técnica. Mas o pequeno Bob, bom uma impúbere década de vida, tinha sua razão. Era apenas o goleiro reserva de um time de handebol, e não botou os pés na quadra durante o torneio para merecer a honraria. Hoje, ele resume o sentimento: “Nada contra esporte coletivo. Mas ali eu vi que precisava de um que dependesse de mim. Se eu perdesse, era culpa minha; se eu ganhasse, o mérito era só meu”. Sorte do pequeno e do adulto Bob ter ganhado, no dia em que completou 11 anos, um skate zero bala.

Sorte não, já que Bob não crê nisso. Carma, ele prefere – uma marca inequívoca do destino. Assim como as precisas manobras que o trouxeram até aqui, a cozinha de sua casa, onde nos concedeu esta entrevista. Do lado de fora, seu rancho: um terreno amplo com lindas vistas, no sul da Califórnia. Um curral com um cavalo, uma galinha e algumas cabras. Também uma pista de skate impecável, um bowl fluido, um looping e uma ressaca de ondulações sortidas para a alegria dele e de seus compadres. Subindo uma pequena pirambeira, o item mais luxuoso de sua gleba: a maior rampa de skate do mundo. A megarrampa, como é conhecida. Seu playground.
Carma bom o dele, sincronizado com a ascensão do skate ao público de massa. O esporte tomou novos ares e ganhou dimensão de showbiz. Orçamentos anabolizados por marcas globais financiaram eventos e engenharia inéditos para skatistas. E permitiram que o moleque do Brooklin paulistano se tornasse um calmo e próspero pai de família.
Foi Lótus, sua primeira filha com a também skatista Jen O’Brian, que apertou de vez seus parafusos. “Antes eu não me preocupava com campeonato, não queria saber de muita coisa.” Quando a mocinha chegou ao mundo, Bob estava decidido a fazer sua farra render. Ganhou o X-Games em 2001, se tornando o primeiro brasileiro a levantar um caneco mundial no esporte, e começou a voar mais alto – literalmente. Tirou brevê de piloto, começou a saltar de paraquedas e a arriscar voos maiores na pranchinha. Foi quando seu nome se fez.
Desde então, extrapolar as fronteiras do skate é seu ofício. O único que teve até hoje. Ouro novamente nos X-Games de 2003, 2005, 2006, 2007 e 2008. Preciso e calmo no ar, é o mais estável e elegante da elite do skate. Nos torneios, Bob quase nunca erra. E quase sempre apresenta diante das massas manobras nunca vistas. Seus rivais também são sua turma nos EUA: Tony Hawk, Jake Brown e Danny Way. Os dois últimos formam com ele, Bob, o trio especialista na megarrampa.
Em novembro passado a monstruosidade da engenharia desenvolvida para os X-Games, e para o quintal de Bob, viajou a São Paulo e foi montada no Sambódromo. Bob viabilizou o evento, levou Jake e Danny e ganhou o título na megarrampa – além de ter dado a chance a alguns brasileiros voarem pela primeira vez.
Da sua parte vai bem, obrigado: com a cara limpa de bom moço, já varou uma rampa para voar sobre o Grand Canyon e aterrizar de paraquedas; foi o primeiro a fazer um looping de skate em um tubo; o primeiro a completar um giro em um looping sem a parte do topo da rampa. A lista de inéditas pode seguir em uma ladainha terminológica do esporte.
O último título mundial, ano passado, veio como o primeiro: depois de uma filhinha, Jasmin, a primeira com Verônica, sua mulher hoje. Conheceram-se no Rio, por... carma. Ela já era mãe de Vitória, a doce menina de 5 anos que completa a família no rancho. Cercado pelas moças, falou conosco sobre a vida que calculadamente arrisca vez ou outra. Sem vocação para emprego, mas disposto a comandar negócios, Bob é o orgulhoso proprietário da Burnquist Organics, que começa a tomar vulto com parcerias pela Califórnia.
Neste ano a empresa retoma a produção de verduras em sua terra em Vista. E recente-mente ele associou-se à Toyota para o lançamento de um modelo híbrido de utilitário. Aos 32 anos, Bob ainda vê dez anos de auge no skate. Está com um filme pronto já pensa em lançar um livro de fotos de suas proezas. E continua, sem cerimônia, a declinar prêmios duvidosos.
Por conta da megarrampa e dos feitos em cima dela, Bob ganhou o título de “Rei do Skate”. Na cerimônia, diante de colegas, amigos e rivais, tentaram meter uma coroa na cabeça do campeão. Cetro, trono, tudo. Sem fleuma real, dispensou a coroação e o retrato. É que, depois de 21 anos de skate e do imerecido pódio de handebol, o ainda moleque Bob Burnquist percebeu que, mesmo sozinho em cima do skate, o mérito de chegar tão longe pode ser dele. Mas não é só dele.

VENDO SEUS VÍDEOS ANTES DESTA ENTREVISTA, SÓ PENSEI NESTA PERGUNTA: VOCÊ ERA BOM DE FÍSICA NA ESCOLA? Física?! Eu não era bom, mas também não era ruim. Era uma matéria um pouco mais difícil... Mas acho que é bom nem saber muito; no meu caso, acabo pensando demais. No skate você calcula velocidade e ângulos pelo feeling, não porque está fazendo conta na cabeça. Mas eu gostava de matemática, ainda gosto, até por isso tirei o brevê de piloto. Não tive tempo de fazer faculdade, e tirar a licença foi voltar aos estudos, fazer cálculo de vento, vetores, conversões, espaço aéreo. Isso eu acho maneiro.
TE PERGUNTO PORQUE VOCÊ TAMBÉM PROJETA RAMPAS. Quando criança pensava que ia ser arquiteto. Aí na aula de geometria eu fi cava bem focado. Mas construir e desenhar rampa vem mais da habilidade criativa do skate que da mente calculista do arquiteto. Olhômetro mesmo.
E COMO FOI O PROJETO DA MEGARRAMPA QUE VOCÊ TROUXE A SÃO PAULO? Foi tudo muito junto com o Danny Way, uma colaboração. Ele sempre teve esse projeto de fazer uma rampa para quebrar os recordes de salto em distância e em altura numa pista só. E eu sempre tive essa missão de ser pioneiro, em vez de ser só mais um. Eu vejo como uma extensão da minha carreira, uma visão de futuro. E os dois fazendo juntos, temos coisas em mente que a gente resolve mais rápido do que se tentasse sozinho.
E VOCÊS SÃO RIVAIS... Se você olhar do lado de fora, sim. Mas de dentro é parceria total. A gente conversa em outros termos. É uma questão de amizade, não de rivalidade. Principalmente nesses desafi os maiores, que não campeonato, a gente joga tudo de lado e tenta o melhor.
VOCÊ TEM DISCIPLINA DE TREINOS? Não. Minha disciplina é que, se vou andar de skate, eu alongo. O skate pra mim não demanda tanto, consigo me manter sem precisar fi car em cima. Então meu jeito de trabalhar é divertido. Se eu não quiser andar de skate, eu não ando. O campeonato pode ser daqui a uma semana, não adianta forçar.
PERGUNTO PORQUE, DE FORA, PELO SEU NÍVEL DE PERFORMANCE, DÁ PRA IMAGINAR UM TREINO ESPARTANO. Não! Graças a Deus a coisa vem natural. O importante é manter a mente aberta porque durante os eventos as coisas acontecem. Não chego com um número ensaiado pra ganhar campeonato. Quando treino, na maioria das vezes estou fi lmando, tentando manobras técnicas. Mas isso não quer dizer que vou levá-las para o campeonato. Muito provável que não. De tanto andar dessa forma, as manobras mais básicas já vêm mais natural, se um pé está errado você vai para uma outra manobra que dá para encaixar. Mas isso tudo é improvisação.
 NOS X-GAMES, SEUS MAIORES RIVAIS NA MEGARRAMPA, O DANNY WAY E O JAKE BROWN, TOMARAM TOMBOS HISTÓRICOS. VOCÊ NUNCA. POR QUÊ? Já cheguei perto, tomei uma chacoalhada de um jeito que machuca. Mas é assim: por mais que seja perigoso, eu vou gradualmente. Mesmo no campeonato, onde é tudo ou nada, vou com um pouco mais de cautela. Tem gente com um estilo do skate mais atirado. O Danny, por exemplo, o estilo dele é mais louco, andar assim é pedir para se machucar. Só que ele chegou aonde chegou sendo do jeito que ele é. É essa pessoa extremamente evolutiva justamente porque ele se joga desse jeito.
VOCÊ ACHA QUE NÃO ARRISCA TANTO, MAS VOA TÃO ALTO QUANTO... Eu me arrisco, mas acho que uso mais a cabeça [risos]. Mas isso não quer dizer que não possa acontecer comigo. Só que o meu jeito de atacar é mais calculista. No salto do Grand Canyon, por exemplo. Superarriscado, mas eu pensava onde poderia bater, tomar uma porrada e conseguir abrir o paraquedas. Era mais seguro fazer o salto daquele jeito porque mesmo capotando eu voaria a uma distância boa da pedra. Se eu não estivesse confi ante no que estava fazendo, eu não teria ido.
E COMO UM PROJETO DESSE ACONTECE? VOCÊ VENDE ANTES, UM PATROCINADOR BANCA, VOCÊ PAGA DO BOLSO? É uma produção grande. Primeiro é minha vontade de criar, viabilizar tudo. Segundo lugar eu sei que vou ter exposição e um monte de gente vai falar desse negócio. No caso do Grand Canyon, porque foi o primeiro projeto desse tipo, fui lá e fiz. Em um novo projeto, óbvio que vai incluir pagamento, o patrocinador entra, TV entra e eu vou cobrar tanto.
E, COMO SUA CABEÇA FICA ANTES DE DESCER UMA MEGARRAMPA, DE FAZER UM MEGASSALTO, VOCÊ SE SENTE DIFERENTE, CONSEGUE MANTER A CALMA? Eu me acalmo na respiração, visualizando o movimento, pensando na estratégia. Mas, se vou descer da parte mais alta, independentemente se é campeonato ou não, tipo 70 pés, bate aquele nervoso, frio na barriga. Mesmo que eu acostume, tenha confi ança na rampa, quando você tá naquela velocidade não tem como não bater um nervoso.
ESSA SENSAÇÃO VICIA? Vicia pra caramba. Tanto que às vezes estou sem andar há um tempo, ponho o equipamento só para dar um três meia e um aéreo [risos]. Depois que faço já saio tremendo um pouco, aí passou... tudo certo.
UM CLICHÊ DAS DECLARAÇÕES DE GENTE QUE BATE RECORDES É QUE NÃO EXISTEM LIMITES. VOCÊ MESMO JÁ DISSE ISSO. MAS NA REALIDADE EXISTE UM LIMITE. CHEGA UMA HORA QUE NÃO DÁ PRA IR MAIS RÁPIDO OU MAIS LONGE APENAS COM O CORPO HUMANO. VOCÊ VÊ UM LIMITE PRÓXIMO PARA O SKATE? Não. Há o limite do corpo, da habilidade, nossa fragilidade. O que não existe é o limite da mente e da habilidade de criar. A falta de limite de que estou falando é a da evolução, não a do tamanho da rampa. A gente não vai fi car fazendo rampa de 100, de 200, de 300 pés. Mas, dentro desse limite, não tem limite para a manobra, para a expressão. Pelo menos sempre tentei andar de skate dessa forma, independentemente de qual rampa ou do que as pessoas estão fazendo... Sempre tento pensar em alguma coisa única que ninguém fez.
EXEMPLO? Pode ser o looping que dei em um tubo. O Tony Hawk estava seguro no looping na rampa, e fomos lá em casa tentar fazer o looping no tubo, dar a volta completa em um cano mesmo. Só sei que ele perdeu o controle, caiu com tudo, bateu a cabeça, quebrou a bacia, se estourou inteiro. Depois de uma semana aquilo não saía da minha cabeça. Eu tinha que fazer logo a manobra.
O FATO DE O CARA SE QUEBRAR TODO NÃO TE FAZ PENSAR DUAS VEZES? Não. Na verdade me dá vontade de fazer o mais rápido possível, para aquilo não crescer na minha mente. É psicológico mesmo. Se não fi zer logo, cria uma barreira maior depois. A primeira coisa que faço se eu caio é tentar de novo. Então na minha cabeça esse tombo do Hawk me forçou a ir. No dia seguinte ao que consegui, fui à casa dele mostrar o vídeo. O tombo dele estava na mesma fita.

VOCÊ ESTÁ COM 32 ANOS. QUANTO TEMPO ACHA QUE TEM DE AUGE? Dá uma olhada no Tony Hawk. Ele se aposentou, mas está competitivo. Se for disputar um campeonato vertical agora, é capaz de ficar entre os três. Eu tento visar isso, comendo bem, tentando me manter, sei lá, mais uns dez anos, vamos dizer...
NÃO SENTE DIFICULDADE EM DISPUTAR COM UM MOLEQUE DE 20 ANOS? Não. Se eu fosse andar só de vertical, talvez. Mas a megarrampa me deu mais longevidade. Porque para desenvolver a técnica toda leva tempo, não é qualquer um que desce. Mas quando eu era moleque não tinha megarrampa. Então os skatistas de 19, 20 anos que estão encarando isso agora vão conseguir ir mais longe ainda. E isso é o que faz o skate evoluir.
FALANDO EM EVOLUÇÃO, COMO FOI SUA INFÂNCIA? Infância? Cara, não saí dela ainda, não! Se Deus quiser até eu morrer vou estar nessa mesma linha [risos]. Nasci no Rio, nos mudamos muito até meus 6 anos, até chegar a São Paulo, na casa do Brooklin. Minha infância começou ali, andando de bike, depois de skate.
COMO APARECEU O SKATE NA SUA VIDA? Quando a pista da Ultra foi construída, a três quadras de casa. Lembro que uns amigos meus andavam já, e um deles perdeu uma bola que eu tinha emprestado. Ele me deu um skate dele em troca, e eu saí todo amarradão. Fiquei andando dentro de casa, no carpete. Quando fui fazer meu aniversário de 11 anos, pedi para o meu pai um skate de presente. Ele comprou um inteiro desmontado, e a gente passou o dia montando. Não esqueço.

Para ver o da entrevista [Clique aqui ] Fonte: Site da RevistaTRIP
Categoria: Skateboard
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 02:56 PM
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PenseSKATE News: BOB É CAPA DA TRIP
Edição de fevereiro nas bancas
 Bob é destaque na Trip desse mês
Da redação Ícone do skate mundial, o brasileiro Bob Burnquist conquistou mais uma para seu vasto currículo. A edição de fevereiro da badalada revista Trip, trás em sua reportagem de capa uma grande matéria sobre a vida do embaixador do skate brasileiro no mundo. Na matéria Bob conta como desafia a morte diariamente no skate enquanto divulga a comida orgânica e cria uma família exemplar. Quem é fã do vert rider não pode perder. A edição de fevereiro da Trip já encontra-se nas bancas. Veja mais em: http://revistatrip.uol.com.br/home/
Fonte: Site PenseSKATE
Categoria: Skateboard
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 07:27 PM
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PenseSKATE News: Premiére MADE IN BRAZIL
Nessa quarta na Drop Dead
Divulgação
 Divulgação
Depois do sucesso da premiére do vídeo Made in Brazil exibido na Praça CWB em Curitiba, chegou a vez da Drop Dead Skate Park fazer a festa junto aos skatistas que frequentam a pista e todos os demais convidados.
O filme de Diogo Ramos de Oliveira (Gema), tem a produção da Guarulhece Vídeo e é patrocinado pelas marcas Jail e Cisco. Os skatistas que participam do vídeo são Caio Boca, Everton Tutu, Luiz Aladin, Marcelo Marreco, Mário Romário, Romulo Pereira e vários amigos convidados. Então anote na agenda: MADE IN BRAZIL DIA 18 DE FEVEREIRO DE 2009 A PARTIR DAS 20 HORAS NA DROP DEAD SKATE PARK TRAVESSA DA LAPA 231 CENTRO CURITIBA/PR Mais informações: (41) 3224-0885 http://www.dropfamily.com.br/
Fonte: Site PenseSKATE
Categoria: Skateboard
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 12:25 PM
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PenseSKATE News: Projeto Skate Saúde
Reabilitação para skatistas
Divulgação: Marcos Bollmann
 Clínica Fisioster: projeto Skate Saúde. Foto Divulgação
O Projeto Skate Saúde é um projeto inovador dentro do complexo mercado do skate mundial e acaba de iniciar suas atividades. Trata-se de uma clinica para reabilitação e treinamento físico de skatistas, visando uma maior longevidade sobre o carrinho e até mesmo uma melhora da performance do mesmo, com um aumento de suas capacidades físicas. Atualmente o projeto atende na Clínica Fisioter em Guarulhos, que apresenta uma ótima estrutura com diversos aparelhos terapêuticos e de treinamento, alem de piscina para hidroterapia. O objetivo deste projeto é trabalhar em campeonatos, acompanhar tours de diversas marcas, sessões de foto e filmagem e contribuir no desenvolvimento de produtos sempre visando dar uma maior segurança ao skatista, e caso ocorra alguma lesão, buscar a reabilitação e tratamento de forma segura e rápida, fazendo com que o atleta retorne as sessões o mais breve possível. O Skate Saúde é idealizado pelo skatista, educador físico e fisioterapeuta Thiago Pino e atualmente conta com uma equipe multidisciplinar composta por fisioteraputas, educadores físicos, nutricionista e conta com apoio da Famous Sport e da Sigilo Skate Shop.
A intenção é melhorar o tempo útil do skatista sobre o skate valorizando cada vez mais estas pessoas que se lesionam buscando a evolução do esporte, apoiar marcas e eventos que se preocupem com a segurança e bem estar de seus atletas alem de conscientizar skatistas e empresários que é de fundamental importância a saúde do skatista, tanto para sua longevidade no esporte como para poder representar bem seus patrocinadores. Para maiores informações: Telefones: (11) 8184-2590 com Thiago Pino (11) 2409-4827 com Fabiane - Clínica Fisioter Endereço: Rua Maximo Gonçalves 305 Cidade Maia em Guarulhos/SP E-mail: thiagopino@hotmail.com Sites: http://www.skatesaude.blogspot.com http://www.campeonatosdeskate.com.br
Fonte: Site PenseSKATE
Categoria: Skateboard
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 07:35 PM
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Reprise do programa Nossa Língua com Chorão
Por Equipe CBJR 
A TV Cultura reprisa nesta segunda-feira, dia 16 de fevereiro, a participação de Chorão como convidado no programa Nossa Língua, comandado pelo professor Pasquale Cipro Neto.
No programa, Chorão analisa com o professor a sua obra nas músicas da banda Charlie Brown Jr e também fala a respeito de seus roteiros para cinema e seus novos projetos. A reprise do Nossa Língua com Chorão como convidado vai ao ar a partir das 19h30 desta segunda-feira (16), com reprise na madrugada de terça para quarta-feira (18) às 2h30.
Fonte: Blog Oficial CBJR
Categoria: Cbjr na televisão
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 07:09 PM
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PenseSKATE News: Parque Zilda Natel
Inauguração neste domingo

da redação A Prefeitura de São Paulo confirmou a inauguração da Pista de Skate ao lado do Metrô Sumaré para este domingo, 15 de Fevereiro, às 9 horas. O cronograma será o seguinte: 09H00 - Recepção dos convidados do skate 10h00 - Início da solenidade com o prefeito e autoridades 10h15 - Apresentação com skatistas profissionais 11h00 - Homenagens aos skatistas da região Oeste Primeira bateria: 11h00 às 11h15 - Década de 70 Segunda bateria: 11h15 às 11h30 - Década de 80 Terceira bateria: 11h30 às 11h45 - Década de 90 Quarta bateria: 11h45 às 12h00 - Anos 2000
12h00 - Homenagem a pessoas que ajudaram o Skate crescer na região, como Luciano (Torlay), Marcio Tanabe (Mad Rats), Badeco (Mustabi), Tribo Skate, ESPN Brasil e outros 12h15 - Bateria da comissão de skatistas do bairro 12h45 - Bateria profissional 13h30 - Liberação da área para o público A organização pede aos skatistas convidados que levem seus capacetes, pois o seu uso será obrigatório para poder usufruir das pistas de Skate.
Fonte: Site PenseSKATE
Escrito por Rafael Portnoy CBJR às 12:37 PM
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